A Solução MyEnergy – EDP
A EDP concebeu uma solução integrada para que seja mais fácil usufruir das energias renováveis, com benefícios económicos e ambientais. Ao fazer parte desta solução poderá poupar, aumentar a sua qualidade de vida e ser amigo do ambiente.
O projecto apresentado pela EDP é uma solução completa com equipamentos solares fotovoltaicos e microeólicos. A EDP fez a selecção de parceiros que, após uma análise individual das suas necessidades e das condições da sua casa, lhe podem propor a melhor solução, garantindo a qualidade dos produtos e a prestação dos serviços de instalação, assistência pós-venda e manutenção necessárias à máxima rentabilização do sistema.
Os equipamentos têm uma vida útil média superior a 20 anos. Necessitam apenas de manutenção básica para funcionarem na sua máxima eficiência. Deverá informar-se das condições de manutenção e assistência junto do seu instalador. Todos os equipamentos recomendados pela EDP têm garantia de 2 a 5 anos.
Não tem que se preocupar com o investimento, pois a EDP, juntamente com um parceiro, também lhe propõe financiamento em condições muito vantajosas.
A quem se destina?
Através do programa “Renováveis na Hora”, a microprodução destina-se a quem disponha de um contrato de compra de electricidade em baixa tensão. Podem ser instaladas unidades de microprodução com uma potência de ligação de até 5,75kW e esta não pode exceder 50% da potência contratada. Para aceder ao regime tarifário bonificado, terá ainda que ter instalado um sistema solar térmico.
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EDP Renováveis aumenta produção de energia
A EDP Renováveis revelou dados previsionais onde mostra que no primeiro semestre aumentou em 33% a produção de energia, sendo os EUA o mercado que maior contributo deu para este crescimento.
De acordo com o documento enviado à CMVM, a empresa liderada por Ana Maria Fernandes afirma que “com o crescimento de capacidade, a produção eólica aumentou 33% face ao primeiro semestre de 2008, com os EUA a apresentarem o maior contributo para este aumento”.
“O factor de capacidade no primeiro semestre deste ano decresceu na Europa para 25% e nos EUA para 36% devido ao menor recurso eólico que se fez sentir, à diferente dispersão geográfica nos EUA e a menores níveis de disponibilidade”, sublinha a EDP Renováveis.
Revela que nos últimos 12 meses, “aumentou a sua capacidade instalada em 1.455 MW, o que representa um acréscimo de 38%. No primeiro semestre, foram instalados 249 MW, dos quais 200 MW nos EUA, 35 MW na Europa e 14 MW no Brasil”.
A capacidade adicionada nos primeiros seis meses deste ano “supera em 21% a capacidade instalada no período homólogo e corresponde a cerca de 20% do objectivo definido para as capacidades a instalar em 2009”, destaca a participada da EDP.
No final do primeiro semestre a EDP Renováveis tinha em construção 1,3 GW, dos quais 760 MW na Europa e 501 MW nos EUA, país onde “durante o segundo trimestre iniciou a construção em três parques eólicos”.
G8 falha acordo sobre o clima
Os líderes do G8, que hoje estão reunidos em Itália, não conseguiram chegar a acordo sobre a necessidade de reduzirem para metade as emissões de gases com efeito de estufa até 2050.
Este falhanço é, segundo cientistas e ambientalistas ouvidos pela Reuters, um mau sinal para a cimeira do clima de Copenhaga, que se realiza em Dezembro e que tem como principal objectivo definir novos objectivos para o combate às alterações climáticas e um novo acordo global para suceder ao Protocolo de Quioto.
Numa reunião que decorreu na madrugada de terça-feira, a China e a índia acabaram por impedir qualquer compromisso no sentido de reduzir as emissões de gases nocivos para metade. O texto acordado não faz qualquer referência a este objectivo.
Tanto os Estados Unidos como a França e o Reino Unido estavam muito empenhados num acordo prévio para servir de base à cimeira de Dezembro. Mas mais uma vez a China e a Índia, que estão a fazer esforços internos para reduzir as suas emissões, recusaram-se a assumir qualquer compromisso ao nível global. Tanto a China como a Índia insistem que os países desenvolvidos devem, antes de mais, comprometer-se a reduzir as suas emissões até 2010, e só depois exigir aos países em desenvolvimento compromissos de longo prazo.
Até agora, os países do G8 comprometeram-se apenas a reduzir entre 10% a 14% as emissões de gases com efeito de estufa em relação a 1990, muito longe dos 50% preconizados pelos europeus.
Fonte: Jornal de Negócios.
