Um vírus que aumenta a eficiência dos painéis solares
Um grupo de investigadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussetts) descobriu uma versão modificada de um vírus – conhecido como M13 – que pode ajudar a aumentar a eficiência dos painéis solares.
Os testes mais recentes demonstraram que a estrutura – com o vírus – aumentou de 8 para 10,6% a eficiência da conversão energética. Nesta experiência, os cientistas do MIT utilizaram um tipo de célula solar de baixo custo, na qual a camada activa é composta por dióxido de titânio. Ainda assim, esta técnica pode ser aplicada em células convencionais de silício.
O estudo, que já foi publicado na revista Nature Nanotechnology, utiliza também nanotubos de carbono para aumentar a eficiência no agrupamento de electrões na superfície da célula solar para a produção de corrente eléctrica.
Esta propriedade dos nanotubos já era conhecida, mas a sua utilização tinha dois problemas. Em primeiro lugar, a sua produção produz uma mistura de dois tipos – semicondutor e metálico –; em segundo, os nanotubos tendem a aglutinar-se, o que reduz a sua eficiência.
E foi para resolver este último problema que os investigadores recorreram ao vírus M13, que foi usado para controlar o arranjo de nanotubos numa superfície, mantendo-os separados e isolados de modo a não causarem curto-circuito.
Protótipo de central solar termoeléctrica
A Siemens vai testar em Portugal, em parceria com a EDP Inovação e a Universidade de Évora, um protótipo de central solar termoeléctrica que utiliza o sal fundido como meio de transferência de calor.
O protótipo foi hoje apresentado na primeira conferência anual da associação Energyin – Pólo de Competitividade e Tecnologia da Energia, que está a decorrer em Viseu.
João Festas, responsável na Siemens pela área de negócios das energias renováveis e pelo acompanhamento de novas tecnologias da energia, explicou à agência Lusa que a tecnologia que existe actualmente “usa um óleo térmico para fazer o aproveitamento de calor do sol e depois usa sal fundido para fazer armazenamento de energia térmica”.
O protótipo que vai ser testado em Évora “vai usar já o sal fundido a circular no campo solar para ser directamente o sal fundido a obter a energia térmica do sol, evitando um meio de permutação de calor”, acrescentou.
Segundo o responsável, a vantagem é que “o sal fundido permite aumentar muito a temperatura do sistema”, uma vez que “o óleo térmico tinha uma limitação de 400 graus, porque depois vaporizava e a pressão criada destruía os sistemas do campo solar”.
Ao conseguirem atingir-se “temperaturas mais altas com o sal, a eficiência do sistema subirá bastante e o preço da energia baixará”, frisou.
O protótipo representa um investimento total de cerca de cinco milhões de euros, comparticipado pelo ministério do Ambiente alemão.
Segundo João Festas, será o primeiro a ser testado em Portugal e o segundo em todo o mundo, uma vez que a Siemens tem uma participação na empresa Archimede Solar Energy, que já tem um protótipo em Itália.
A Universidade de Évora começará em Maio a terraplanar o terreno e, no mesmo mês, a EDP Inovação vai disponibilizar água, electricidade e todas as utilidades necessárias.
“A partir de Junho começaremos a entrar no terreno, com a construção civil das sapatas para receber depois os colectores solares. Pensamos que até Dezembro a fase de construção estará terminada e depois seguir-se-ão três anos de experiências com o protótipo”, avançou.
João Festas admitiu estar “com grandes expectativas”, até porque será também possível “testar vários tipos de sal”, uma vez que cada um tem o seu ponto de fusão “e permite evitar o congelamento do sistema a temperaturas mais baixas”.
Em Évora será instalado “um loop, ou seja, um sistema de parabólicas e de espelhos que, todo seguido, permite obter as temperaturas adequadas à entrada e saída” do sistema.
“Vamos construir um loop completo para poder testar as temperaturas de operação já como se fosse uma central comercial”, explicou, acrescentando que terá cerca de 350 metros de comprimento.
Película de Controlo Energético EnerLogic
Durante os dias 3 e 4 de Novembro, a Sotérmica LLumar Ibéria marca presença na ESCO 2010 em Lisboa, através da participação da Solutia Inc. Performance Films, detentora da marca LLumar, Patrocinador Bronze do evento, juntando-se assim, aos grandes nomes das empresas relacionadas com a Eficiência Energética.
Nesta envolvente, a Sotérmica LLumar Ibéria, representante da Solutia Inc., Performance Films, líder mundial em produção de película profissional para tratamento de vidros, tem o orgulho de apresentar mais uma vez a nova série de Película de Controlo Energético EnerLogic™, a mais recente adição à gama de películas LLumar® de Arquitectura. Através do seu revestimento de baixa emissividade (patente pendente) esta película permite um aumento até 42% da capacidade de isolamento térmico das janelas comerciais e residenciais existentes. Deste modo melhora a performance do envidraçado, aumentando a sua eficiência energética em qualquer estação, o que oferece uma elevada poupança na conta energética do edifício.
Desenvolvida no seguimento do compromisso que a Solutia Inc., Performance Films tem para com a eficiência energética, a Enerlogic™ tem uma capacidade de isolamento térmico superior a qualquer outra película disponível no mercado. No Verão, o calor solar é reflectido, reduzindo a necessidade de utilização de ar-condicionado. No Inverno, o calor irradiado pelos sistemas de aquecimento é retido no interior do espaço, reduzindo a intensidade e frequência da sua utilização.
“Um edifício é tão eficiente quanto o sejam as suas janelas” explica Arlindo Duarte, Director-Geral da Sotérmica | LLumar Ibéria. “As películas tradicionais de controlo solar reflectem o calor para fora, proporcionando poupanças substanciais no Verão, mas acrescentando pouca performance ao envidraçado no Inverno. A película EnerLogic™ ajuda a manter o calor no exterior no Verão e no interior no Inverno, criando um perfeito equilíbrio entre eficiência energética, poupança de custos e conforto”.
Espectacular Eficiência Energética – O revestimento de baixa emissividade da película EnerLogic™ vai aumentar a performance de isolamento de um vidro simples, para próximo da performance de um vidro duplo, e a performance de um vidro duplo para perto de um vidro triplo. O resultado é um aumento significativo da eficiência do envidraçado por uma fracção do custo que teria a substituição do vidro.
Grandes Poupanças Energéticas – A instalação da película EnerLogic™ pode ajudar a poupar até 15% nos custos energéticos anuais.
Rápido retornos do investimento – As janelas são habitualmente responsáveis por entre 15% a 30% dos custos com aquecimento em edifícios comerciais e por mais de 30% dos custos com arrefecimento. A EnerLogic™ é uma solução tecnológica de baixo custo, com elevado retorno, que consegue obter performances superiores que a maioria das restantes alternativas.
“At CPFilms we understand that the greenest energy is the energy you never use.”Ray Kollar, Solutia Performance Films Division President and General Manager.
Para saber mais acerca da nova película de alta performance EnerLogic, visite a www.LLumar.pt ou contacte através de marketing@sotermica.pt ou 219 474 794.
